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Tumores cerebrais

Muitos de nós por vezes nos deparamos com alguém que passou por uma cirurgia para retirada de um tumor no cérebro ou viu alguma notícia de alguém que passou por algo semelhante. O último deles foi com o ex-jogador de basquete Oscar, que retirou um tumor maligno do cérebro.

Os tumores são uma grande família de lesões que podem ser malignas ou benignas. De crescimento lento ou rápido e, a depender de onde estejam no cérebro, podem dar sintomas ou não.

Os sintomas mais comuns que sinalizam de que há algo de errado acontecendo são: dores de cabeça constantes ou diferentes do que se estava acostumado a sentir, tonturas recorrentes, vômitos que acontecem sem estar relacionados a um problema alimentar, perda de visão, audição ou movimentos do corpo, que pioram com o passar do tempo (em algumas semanas ou meses). Outros sinais de que pode haver algo ruim acontecendo são: uso contínuo de corticóides, emagrecimento progressivo (sem dietas ou exercícios), alterações de comportamento, passando a ficar mais sonolento, apático ou pelo contrário, mais agitado ou desinibido, além de alterações de memória.

Exames de imagem são sempre uma ferramenta fundamental para o diagnóstico dessas lesões: tomografia computadorizada e/ou ressonância magnética do cérebro trazem muitas informações ao médico neurocirurgião quanto à localização desses tumores, mas dizem pouco sobre sua natureza, se benignos ou malignos. Essa informação só é possível por meio de biópsia ou retirada completa do tumor e encaminhamento para análise em laboratório pelo médico patologista. Somente então é que se pode falar sobre quimioterapia, radioterapia, chance de cura, possibilidade de retorno da lesão ou sequelas que possam permanecer.

Somente o médico neurocirurgião é treinado para realização dessas cirurgias, mas o acompanhamento deve sempre que possível ser multidisciplinar, com integração plena de outros especialistas como: clínico geral, oncologista, nutricionista, fisioterapeuta e, por vezes, psicólogos. O acolhimento da família também é de extrema importância, pois é o pilar principal de apoio desses pacientes.

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